A FUNÇÃO MOTORA GROSSEIRA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM PARALISIA CEREBRAL E A QUALIDADE DE VIDA DE SEUS CUIDADORES

Deborah Ferreira Leite Nogueira, MOEMA TEIXEIRA MAIA, Cristina de Fátima Martins Germano, Sandra Maria Cordeiro Rocha de Carvalho

Resumo


OBJETIVO: identificar o nível de independência motora e funcional de usuários com paralisia cerebral, atendidas no Serviço de Fisioterapia Infantil da UFPB, e correlacioná-lo com o índice da qualidade de vida de seus cuidadores.

MATERIAL E MÉTODOS: a pesquisa se baseou no levantamento de dados a partir da aplicação do WHOQOL-bref e do questionário de identificação do cuidador, além do GMFCS nas crianças para a avaliação da função motora grossa.

RESULTADOS: Na análise descritiva dos dados, verificou-se que a maior parte da amostra apresentou comprometimento motor grave e idade entre 6-12 anos. Ao relacionar o grau de comprometimento motor com os domínios do questionário, observou-se que a maioria das mães de crianças com prejuízo motor leve apresentava uma percepção negativa do domínio psicológico, social e ambiental. Já as mães de crianças com comprometimento motor moderado havia uma percepção negativa nos domínio psicológico, de relação social e ambiental em 66,7% Considerando o déficit motor grave, a maioria das mães demonstrou uma percepção positiva nos domínio físico e psicológico, enquanto as relações sociais e o meio ambiente são percebidos negativamente
CONCLUSÃO:
A percepção da qualidade de vida de mães de crianças e adolescentes com PC encontra-se prejudicada, principalmente relacionada aos aspectos que compõem o domínio das relações sociais e meio ambiente.

 

 

Palavras-chaves: Paralisia cerebral,Qualidade de vida, GMFCS, Função motora grossa, Cuidador

 

 


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