EFEITOS AGUDOS DE DIFERENTES SESSÕES DE FLEXIONAMENTO SOBRE OS NÍVEIS DE FORÇA MÁXIMA ACUTE EFFECTS OF DIFFERENT SESSIONS OF STRETCHING ON MAXIMAL STRENGTH LEVELS

Mauro Lúcio Mazini Filho, Felipe José Aidar, Rodrigo de Almeida Aguiar, Gabriela Rezende de Oliveira Venturini, Bernardo Rodrigues Minelli, Dihogo Gama de Matos

Resumo


A literatura atual apresenta um farto acervo de diferenciadas técnicas para a condução do treinamento
contrarresistência; no entanto, alguns procedimentos geridos previamente a esta modalidade de treinamento
carecem de maior comprovação científica quanto à sua repercussão. O presente estudo buscou evidenciar os
efeitos de diferentes sessões de flexionamento estático máximo (FEM), realizadas previamente ao teste de
força máxima (RM) em jovens adultos. Participaram do estudo 12 indivíduos do sexo masculino, com idade
média de 25.1 ± 1,6 anos; peso corporal de 78,2 ± 15,5kg; estatura de 179,5 ± 7,5cm; gordura corporal de
12,3 ± 5,5% G. Para avaliar a força isotônica concêntrica, os voluntários realizaram o teste de 1RM (uma
repetição máxima). A sessão de flexionamento consistiu de um estiramento máximo dos músculos e/ou
grupos musculares adjacentes envolvidos no movimento. Para a análise dos dados resultantes dos pré e póstestes,
foi usada uma ANOVA One-way com nível de P < 0.05. Após análise, não foram encontradas diferenças
significativas nos pré e pós-testes dos exercícios analisados, supino horizontal – pré-teste (116,4 ± 25,7kg),
pós-teste 1 (120,3 ± 25,7), pós-teste 2 (116,3 ± 24,4) e pós-teste 3 (101,7 ± 22,3) – e leg press 45º – pré-teste
(388,4 ± 71,8kg), pós-teste 1 (402,5 ± 67,6), pós-teste 2 (396,2 ± 65,3) e pós-teste 3 (382,2 ± 70,1). As sessões
de flexionamento estático máximo não foram capazes de alterar significativamente os níveis de força máxima.

Palavras-chave


flexionamento estático máximo (FEM); força máxima (RM); treinamento contrarresistência.

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DOI: https://doi.org/10.13037/rbcs.vol9n27.1336

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