A LASERTERAPIA NA OSTEOGÊNESE: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Rafael Medeiros da Silva, Palloma Rodrigues de Andrade

Resumo


Introdução: A laserterapia de baixa intensidade vem sendo utilizada na cicatrização de diversos quadros patológicos, há quatro décadas. Objetivo: Considerando a falta de padronização de protocolo e achados conflitante, o objetivo deste estudo foi avaliar os parâmetros de aplicação e efeitos da laserterapia sobre a osteogênese por meio de uma revisão de literatura. Materiais e Método: Foi realizada uma revisão de literatura dos últimos 15 anos, utilizando artigos publicados em bases de dados do Lilacs, Medline, Ibecs, PubMed, SciELO e Biblioteca Cochrane. Resultados: Foram analisados 50 artigos experimentais que atingiram os critérios de inclusão. O tipo de laser de arseneto de gálio e alumínio (GaAlAs), com o comprimento de onda 830 nm, e ainda os modos de operação contínuo e de aplicação pontual são os mais utilizados, o que não ocorreu com a dosagem, havendo grande variabilidade; a análise histomorfométrica é a técnica de avaliação de crescimento ósseo mais empregada; a grande maioria dos artigos mostrou efeitos favoráveis à osteogênese e aceleração de cicatrização óssea. Conclusões: A Laserterapia se mostra como uma modalidade terapêutica eficaz no crescimento e aceleração do tempo de consolidação óssea, favorecendo a osteogênese, sendo possível apontar ainda um protocolo utilizando o laser GaAlAs, de 830 nm, contínuo e pontual, com intervalos de 24h entre as sessões.


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