EFEITO DO EXERCÍCIO AERÓBIO DE BAIXA INTENSIDADE NA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE MENINOS PRÉ-PÚBERES EFFECT OF LOW INTENSITY AEROBIC EXERCISE ON THE BOYS’ BODY COMPOSITION IN THE PRE-PUBERTY STAGE

Luís Paulo Gomes Mascarenhas, Antonio Stabelini Neto, Italo Quenni Araujo de Vasconcelos, Rodrigo Bozza, Anderson Zampier Ulbrich, Wagner de Campos

Resumo


A prática de atividade física durante a infância é sugerida como grande aliada na prevenção do desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas do organismo. Objetivo: identificar os efeitos de oito semanas de treinamento aeróbio de baixa intensidade na composição corporal de meninos pré-púberes. Metodologia: a amostra foi composta por 23 crianças do sexo masculino, distribuídas de forma aleatória, de maneira que 12 realizaram treinamento com intensidade igual a 50% da freqüência cardíaca reserva (GT) e 11 sujeitos integraram o grupo controle (GC). O estágio de maturação sexual foi determinado de acordo com a proposta de Tanner (1962). Foram mensuradas massa corporal e estatura, para determinação do índice de massa corporal. Para estimativa do percentual de gordura corporal, foi utilizada a equação desenvolvida por Slaughter et al. (1988). O GT foi treinado por um período de oito semanas, com freqüência de três vezes por semana e duração de 30 minutos. ANOVA (2x2) para medidas repetidas foram utilizadas para analise estatística, com p<0,05. Resultados: tanto no IMC quanto no percentual de gordura, as análises de variância indicaram diferenças significativas somente para o período de testagem (p< 0,01). Conclusão: aumentos nos valores de massa corporal total do pré-teste para o pós-teste já eram esperados, em vista do crescimento, o que pode ter ocasionado alterações no IMC e na quantidade de gordura corporal relativa. Entretanto, não encontrar diferenças significativas entre o grupo experimental e controle indica que o treinamento aeróbio de baixa intensidade (50% FCR) não foi suficiente para ocasionar reduções na quantidade de gordura corporal.

Palavras-chave


atividade física, sedentarismo e adultos jovens.

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DOI: https://doi.org/10.13037/rbcs.vol4n9.425

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