A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE COMPETITIVO NAS ESTRATÉGIAS DAS SUBSIDIÁRIAS ESTRANGEIRAS DE MULTINACIONAIS BRASILEIRAS

Moacir de Miranda Oliveira Júnior, Felipe Mendes Borini, Edson Renel da Costa Filho

Resumo


O problema a ser tratado no artigo é “como as subsidiárias
estrangeiras de empresas multinacionais
brasileiras avaliam o ambiente externo nos países
em que atuam?” Além disso, qual a influência do
ambiente competitivo na criação de valor das subsidiárias
de multinacionais brasileiras? O objetivo é
diagnosticar os atributos da perspectiva ambiental,
identificar quais são importantes e sugerir estratégias
para as empresas. Foram analisadas por survey 66
subsidiárias em 22 países, divididos entre membros
da OCDE (42%) e, posteriormente, regionais (45%).
O Modelo Diamante, de Porter, e a Teoria das Multinacionais
Regionais, de Rugman, foram usados como
referencial teórico. As inferências estatísticas embasaram
os seguintes resultados: existe uma avaliação
diferenciada e mais positiva do ambiente competitivo
para as subsidiárias localizadas em países
da OCDE e em países distantes geograficamente
do Brasil; existe associação entre o ambiente externo
e a criação de valor no exterior, sendo que o dos
países-membros da OCDE é mais forte e positivo
para as competências de inovação (P&D), ao passo
que o ambiente externo de subsidiárias regionais
ou em países não-membros da OCDE é mais fraco,
o que não sustenta a formação de criação de valor.
Palavras-chave: ambiente competitivo, estratégias
de regionalização, subsidiárias de empresas multinacionais.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.13037/gr.vol24n71.91

 

Indexadores de que a G&R faz parte:


   DOAJ OAIster OCLC Ulrich LiVre Redalyc  SUMARIOS.org LatindexProquest

A G&R utiliza o                software  iThenticate para detecção e  prevenção de plágio 
 

    
 
 
 
A G&R é signatária da Declaração        de São Francisco sobre Avaliação        de Pesquisa- Dora