Avaliação da qualidade de vida em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico atendidos no hospital universitário em Mato Grosso - Brasil

Autores

  • Viviane Aparecida Martins Mana Salicio Universidade de Cuiabá - UNIC
  • Cristhiane Almeida Leite Universidade de Cuiabá - UNIC Universidade Federal Fluminense - UFF
  • Laira Karolina Amorim de Arruda Universidade de Cuiabá - UNIC
  • Ana Carolina Wolff Santin Universidade de Cuiabá - UNIC
  • Marilia Barbosa de Paula Matos Universidade de Cuiabá - UNIC
  • Marcial Francis Galera Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT
  • Eliane Pedra Dias Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.13037/rbcs.vol11n36.1883

Palavras-chave:

Qualidade de vida, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Fisioterapia

Resumo

Introdução: O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune multifatorial que acarreta considerável limitação física aos pacientes afetados. Possui caráter multissistêmico exibindo amplo espetro de manifestações clínicas, incluindo redução da mobilidade e força, rigidez articular e quadro álgico. Objetivos: Nosso objetivo foi avaliar a qualidade de vida e  capacidade funcional de pacientes com LES. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo transversal e analítico, envolvendo 30 pacientes atendidos no Ambulatório de Reumatologia do Hospital Geral Universitário de Cuiabá. A qualidade de vida foi avaliada pela aplicação do questionário SF-36 (Short-Form Health Survey) e a capacidade funcional ponderada através de formulário estruturado de identificação das áreas do corpo afetadas pela doença. Resultados e Conclusões: Foi evidenciado o reflexo negativo do LES na qualidade de vida dos pacientes. Foram mais afetados pela dor o ombro (63,3%), punhos e mãos (73,3%), joelho (86,6%), tornozelo e pés (86,6%). A análise dos escores de Limitação por Aspecto Físico - LAF (36,67 pontos) e de Limitação por Aspecto Emocional – LAE (37,78 pontos) mostrou grande influência destas para a redução da qualidade de vida dos pacientes, a qual se caracterizou como regular baixa (média 49,10). Entretanto, pacientes que realizavam exercícios físicos mostraram melhor qualidade de vida quando comparados àqueles que não os praticavam. Tais resultados mostram a influência negativa do LES no cotidiano dos pacientes e  incentivam a busca de métodos que acarretem melhora na qualidade de vida dos mesmos, entre os quais o estímulo à prática regular de atividades físicas e o tratamento fisioterapêutico.

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Publicado

30-09-2013