Gestação em portadoras de anemia falciforme: um revisão integrativa

Autores

  • Adiane Leal Lima Faculdade Santo Antônio – Alagoinhas (BA), Brasil
  • Ivonildes da Hora Santana Faculdade Santo Antônio – Alagoinhas (BA), Brasil
  • Técia Maria Santos Carneiro e Cordeiro Universidade Federal da Bahia – Salvador (BA), Brasil
  • Magno Conceição das Merces Universidade Federal da Bahia – Salvador (BA), Brasil
  • Fernanda de Oliveira Souza Universidade Estadual de Feira de Santana – Feira de Santana (BA), Brasil
  • Maria das Graças Santos Oliveira Faculdade Santo Antônio – Alagoinhas (BA), Brasil

DOI:

https://doi.org/10.13037/ras.vol15n52.4454

Palavras-chave:

Enfermagem, Fatores de risco, Anemia falciforme, Gravidez

Resumo

Objetivo: Analisar as produções científicas brasileiras acerca da gestação em portadoras de anemia falciforme. Método: É um estudo de revisão integrativa realizada na base de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), com o uso dos descritores gravidez e anemia falciforme, no período de 2006 a 2015. Resultados: As publicações se concentraram na região Sudeste do Brasil em que o número de casos é menor que nas demais regiões. Os fatores gestacionais complicadores na Anemia Falciforme (AF) foram anemias, infecções, trabalho de parto prematuro, gravidez na adolescência, entre outros. E os fatores que aumentam os riscos maternos e fetais foi o aborto espontâneo, a ruptura precoce de membranas, o crescimento intrauterino restrito, infecção pós-parto, entre outros. Conclusão: É necessário que as gestantes portadoras de anemia falciforme sejam acompanhadas por uma equipe multiprofissional referência em gestação de alto risco, o hematologista e a equipe da atenção básica à saúde visando à atenção integral e a diminuição e/ou controle riscos maternos e fetais.

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Biografia do Autor

Adiane Leal Lima, Faculdade Santo Antônio – Alagoinhas (BA), Brasil

Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Santo Antônio

Ivonildes da Hora Santana, Faculdade Santo Antônio – Alagoinhas (BA), Brasil

Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Santo Antônio

Técia Maria Santos Carneiro e Cordeiro, Universidade Federal da Bahia – Salvador (BA), Brasil

Enfermeira. Doutoranda em Ciências da Saúde pela Universidade Federal da Bahia. Mestra em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Feira de Santana. Docente da Faculdade Santo Antônio.

Magno Conceição das Merces, Universidade Federal da Bahia – Salvador (BA), Brasil

Enfermeiro e Biólogo. Doutorando em em Ciências da Saúde pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Feira de Santana. Docente da Universidade do Estado da Bahia e Faculdade Santo Antônio.

Fernanda de Oliveira Souza, Universidade Estadual de Feira de Santana – Feira de Santana (BA), Brasil

Enfermeira. Doutoranda em Saúde Coletiva. Mestra em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Feira de Santana. Docente daUniversidade Federal do Recôncavo da Bahia e Faculdade Santo Antônio.

Maria das Graças Santos Oliveira, Faculdade Santo Antônio – Alagoinhas (BA), Brasil

Enfermeira. Mestranda em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente pela Faculdade Maria Milza. Coordenadora do Colegiado de Enfermagem da Faculdade Santo Antônio.

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Publicado

2017-08-17

Edição

Seção

ARTIGOS DE REVISÃO

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