DO PROPOSTO PELOS DOCUMENTOS OFICIAIS QUE REGEM A EDUCAÇÃO INFANTIL AO REALIZADO EM UMA ESCOLA PRIVADA DA CIDADE DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE SITUAÇÕES DO COTIDIANO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.13037/rea-e.vol5n9.6276

Resumo

Resumo:  Este artigo, excerto de uma pesquisa em andamento, com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Brasil - Capes - Código de Financiamento 001)  tem por objetivo analisar o que é proposto pela legislação que rege a Educação Infantil a fim de verificar se e como tais propostas foram realizadas no cotidiano de uma escola privada localizada na cidade de São Paulo. Buscamos responder a seguinte pergunta: Qual a postura de uma professora de Educação Infantil diante das crianças de 3 anos de idade? A metodologia, de cunho qualitativo, adotou como procedimento de coleta de dados a observação de situações cotidianas e seus respectivos registros. As observações foram realizadas no decorrer do ano de 2018 por uma aluna que, à época, cursava o sexto semestre do curso de Pedagogia e participava do grupo de iniciação científica. Os resultados apontam que as crianças não têm autonomia de acesso aos materiais, seus corpos ficam inertes aguardando autorização da professora a fim de que o ambiente fique organizado. O período de adaptação foi realizado conforme orientações dos documentos.

Palavras-chave: Educação Infantil. Documentos oficiais. Situações cotidianas.

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Biografia do Autor

Ligia de Carvalho Abões Vercelli, Universidade Nove de Julho

Doutora e mestre em educação. Graduada em Psicologia e em Pedagogia com especialização em Psicopedagogia. Professora do Programa de Mestrado em Gestão e Práticas Ecucacionais da Universidade Nove de Julho (Progepe/Uninove)

Arielly Stephanie Silva Vale, Universidade Nove de Julho

Graduada em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho (Uninove). Docente da Educação Infantil da rede municipal de São Paulo

Publicado

13-07-2020

Edição

Seção

DOSSIÊ EDUCAÇÃO INFANTIL