Diálogo
DOI:
https://doi.org/10.13037/rea-e.vol10.9992Palabras clave:
diálogo; representaciones sociales; educación; construcción del conocimiento; subjetividad.Resumen
Este estudio investiga las limitaciones del diálogo en el contexto escolar, donde la interacción genuina y el reconocimiento de la subjetividad del alumno suelen verse obstaculizados. En un entorno saturado de voces, la práctica pedagógica a menudo no favorece la escucha ni la expresión del deseo, dificultando la construcción mutua de significados. A partir de la teoría de la dialogicidad de Ivana Marková (2016), se busca comprender cómo el profesor puede reconfigurar su práctica, creando un espacio donde el alumno sea reconocido como sujeto de su propia experiencia. Al promover una interacción que rompe con la rigidez de la transmisión tradicional de contenidos, se propone una dinámica educativa que favorece la emergencia del saber y la reflexión crítica, posibilitando la constitución de sujetos capaces de cuestionar y reflexionar sobre sus propias experiencias y procesos de aprendizaje.
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