CRIAÇÃO DE SENTIDO E DECISÃO NATURALISTA

Autores

  • Rosária de Fátima Segger Macri Russo FEA/USP
  • Bjorn Werner Biben Frederick FIA/USP
  • Claudia Mendes Nogueira FEA/USP

DOI:

https://doi.org/10.13037/gr.vol24n72.97

Resumo

No monitoramento estratégico antecipativo, é importante que se identifiquem os sinais fracos do ambiente. Porém, esta não é uma tarefa fácil, dada a ambigüidade e a imprecisão desses sinais, aliadas ao ambiente incerto dos dias de hoje. Na inteligência competitiva, usa-se o processo de criação de sentido para dar uma identidade a esses sinais, o que é feito de uma forma retrospectiva, contínua e social para gerar uma resposta plausível ao problema, produzindo um plano de ação ou uma decisão. Dentro da teoria de análise de decisão, um movimento que desponta com características muito próximas à criação de sentido é a decisão naturalista. Ela se baseia num contexto também incerto e dinâmico, para a solução de problemas organizacionais mal estruturados, dentro de normas e objetivos instáveis, e também se baseia em múltiplos participantes, principalmente especialistas no contexto do problema. A junção dessas duas teorias pode gerar resultados interessantes, na medida em que forem propostos modelos, treinamentos e softwares para dar suporte à criação de sentido, gerando melhores e mais rápidas decisões. Assim, após uma revisão e comparação das características dessas duas teorias, foram propostas várias alternativas de estudo para aprofundar essa relação. Palavras-chave: decisão naturalista, criação de sentido, monitoramento estratégico antecipativo.

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