O Capitalismo de gestión de activos y robots de inversión
modelos de negocio en EE.UU. y Brasil
DOI:
https://doi.org/10.13037/gr.vol42.e20269792Palabras clave:
inversión indexada, gestión pasiva, fondo indexadoResumen
La expansión de las inversiones con una estrategia de gestión pasiva ha contribuido al crecimiento del mercado de robots de inversión, transformando a los inversores, legos en las finanzas, en actores económicos racionales, ya que los algoritmos siguen las prescripciones de la Teoría Moderna de Carteras (MPT). Este artículo tiene como objetivo analizar el modelo de negocio de los robots que operan en los Estados Unidos de América (EE. UU.) y Brasil. En los EE. UU., las carteras de inversión de los clientes se construyen solo con fondos cotizados en bolsa (ETF) de diferentes clases de activos financieros. En Brasil, los robots, a pesar de comenzar con una estrategia similar a la norteamericana, comenzaron a construir carteras de inversión con una estrategia de gestión activa, con productos no indexados. Los robots de inversión que operan en el mercado brasileño, al abandonar el uso de ETFs, pierden la legitimidad garantizada por MPT y exponen a los clientes a los riesgos de la gestión activa.
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