NA FEIRA TAMBÉM TEM INOVAÇÃO? UMA ANÁLISE DA CRIAÇÃO E CONFECÇÃO DE “MODINHA” NA FEIRA DA RUA JOSÉ AVELINO

Thalita Silva Calíope, José Carlos Lázaro da Silva Filho

Resumo


O objetivo deste artigo foi identificar o processo de inovação nas empresas de confecção de modinha na Feira da José Avelino. Para alcançá-lo, realizou-se um estudo de caso na Feira da José Avelino. Os dados foram coletados por meio de entrevista em profundidade com 11 feirantes e analisados com a análise de conteúdo. Encontrou-se que, embora a Feira seja reconhecida como polo de moda e seja capaz de criar moda, há uma grande influência externa, especialmente de novelas, sendo um mercado de massa. Constatou-se que a estratégia inovativa predominante é a imitativa. Existe um ciclo incessante em que, quando surge uma inovação, os feirantes imitam uns aos outros, levando à saturação, com produtos sem diferenciação e com preços baixos que fazem com que haja concorrência acirrada entre as empresas, induzindo-as a buscarem inovações para se destacarem. Assim, a imitação leva à inovação.


Palavras-chave


Inovação; Moda; Imitação; Modinha; Feira

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DOI: https://doi.org/10.13037/gr.vol35n105.5088

 

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