APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA AO DESEMPENHO MOTOR NAS SÉRIES INICIAIS E A INTERVENÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Autores

  • Debora Tornquist Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).
  • Luciana Tornquist Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).
  • Miriam Beatris Reckziegel Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).
  • Cézane Priscila Reuter
  • Miria Suzana Burgos Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

DOI:

https://doi.org/10.13037/rbcs.vol12n41.2131

Palavras-chave:

Educação Física e Treinamento. Aptidão Física. Docentes

Resumo

Objetivo: Verificar se existem diferenças nos níveis de desempenho motor, entre escolares de séries iniciais que possuem aulas ministradas pelo profissional de Educação Física (escolas municipais) e aqueles que têm aulas ministradas pelo professor unidocente (escolas estaduais). Métodos: São sujeitos deste estudo, 488 escolares de séries iniciais de doze escolas do município de Santa Cruz do Sul (RS). Os componentes de desempenho motor avaliados foram a agilidade, velocidade e força de membros superiores e inferiores. Resultados: Os resultados demonstram que independente da rede de ensino, e da presença do profissional de Educação Física, os resultados ficaram abaixo dos índices desejados. As escolas que não possuem professor de Educação Física apresentaram os piores resultados nas avaliações, com exceção da força de membros superiores, para ambos os sexos, e velocidade, para o sexo feminino. Diferenças estatisticamente significativas só foram encontradas no teste de agilidade para o sexo masculino, com maior percentual de resultados insatisfatórios por alunos da rede estadual; e na avaliação da força de membros superiores, também para o sexo masculino, porém, com maior percentual de escolares da rede municipal com resultados abaixo do recomendável. Conclusão: Nossos resultados demonstram que, independente do profissional atuante nas séries iniciais, o desempenho motor dos escolares apresenta-se abaixo dos índices desejáveis; o que pode indicar que a Educação Física escolar está deixando de trabalhar valências importantes no desenvolvimento dos escolares e precisa ser revista e reformulada, a fim de proporcionar um nível satisfatório de esforços físicos, oportunizando o máximo de benefícios aos alunos.

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Biografia do Autor

Debora Tornquist, Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

Graduada em Educação Física - Licenciatura. Acadêmica do curso Educação Física – Bacharelado da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

Luciana Tornquist, Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

Graduada em Educação Física - Licenciatura. Acadêmica do curso Educação Física – Bacharelado da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

Miriam Beatris Reckziegel, Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

Professor (a) Mestre do Departamento de Educação Física e Saúde da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

Cézane Priscila Reuter

Farmacêutica Mestre em Promoção da Saúde

Miria Suzana Burgos, Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

Professora Doutora do Departamento de Educação Física e Saúde e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde – Mestrado da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

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Publicado

28-11-2014

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS