(Re)significando o espaço como capital: contribuições de estudo junto à Rua Santa Juliana, Sete Lagoas, MG

Autores

  • Anderson De Souza Sant'Anna Fundação Dom Cabral
  • Daniela Martins Diniz
  • FÁTIMA BAYMA DE OLIVEIRA Fundação Getúlio Vargas

DOI:

https://doi.org/10.13037/gr.vol33n98.4079

Resumo

Tomando como referência abordagens de Bourdieu (2010) e Jacobs (2011), este artigo visa a investigar de que forma diferentes agentes sociais – empreendedores locais, especialmente – se articulam e mobilizam distintos capitais (econômicos, sociais, culturais, simbólicos e espaciais) tendo em vista a produção de dinâmicas socioespaciais de diversidade e vitalidade. Para tal, foi conduzida pesquisa inspirada na TFD, em inglês Grounded Theory, envolvendo 41 entrevistas junto a atores inseridos na dinâmica de importante rua da periferia da cidade Sete Lagoas, MG. Como resultado da pesquisa empírica, verificou-se que os agentes sociais mobilizam o capital espacial como instrumento de diferenciação, além dos capitais econômico, social, cultural e simbólico já considerados em pesquisas anteriores (BOURDIEU, 2010). Outro achado deste estudo é que os sujeitos personificados nos diferentes tipos de empreendedores identificados – tradicionais, modernos e bricoleurs – não atuam em um vácuo socioespacial, nem são independentes uns dos outros.

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Biografia do Autor

Anderson De Souza Sant'Anna, Fundação Dom Cabral

Professor do Programa de Mestrado Profissional em Administração da Fundação Dom Cabral, Belo Horizonte (MG), Brasil.

FÁTIMA BAYMA DE OLIVEIRA, Fundação Getúlio Vargas

Professora titular na Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

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Publicado

05-06-2017