RISCO SISTÊMICO E EFEITO CONTÁGIO À LUZ DO MÉTODO COVAR: UMA ANÁLISE COM AS AÇÕES MAIS LÍQUIDAS LISTADAS NA BM&FBOVESPA

Ana Paola Fernandes, Márcio André Veras Machado, Paulo Roberto Nóbrega Cavalcante

Resumo


O objetivo deste artigo é avaliar as ações mais líquidas inseridas na BM&FBovespa, mostrando como variações nas séries de retornos das ações e de mercado geram e sofrem externalidades negativas entre si a partir do método CoVaR. Para isso, utilizou-se tanto o retorno mensal das ações quanto o índice Bovespa, analisando o período de 1994 a 2015. Foram calculados o VaR e ?CoVaRsist|i para efeito de comparação de métodos. Para o VaR, observou-se que a empresa Vale, representada pelas ações R_VALE3 e a R_VALE5 apresentaram maior VaR, com -1,35 e -1,33, respectivamente. Já em relação ao ?CoVaRsist|i, as duas ações que mais contribuíram para o risco sistêmico foi a R_VALE3 e a R_ABEV3, com -1,38 e -1,35, respectivamente. De modo geral, uma possível crise sistêmica pode não necessariamente se originar no setor financeiro, o que instiga um estudo setorial mais abrangente e possíveis modificações regulatórias não só ao setor financeiro.


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DOI: https://doi.org/10.13037/gr.vol33n99.4165

 

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