A RELAÇÃO ENTRE INTENSIDADE TECNOLÓGICA E GRAU DE INTANGIBILIDADE NO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA

Autores

  • Guilherme Afrânio Machado Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia (MG), Brasil
  • Luciana Carvalho Programa de Pós-Graduação em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia (MG), Brasil
  • Fernanda Maciel Peixoto Programa de Pós-Graduação em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia (MG), Brasil

DOI:

https://doi.org/10.13037/gr.vol33n99.4167

Resumo

Este trabalho buscou verificar a influência da intensidade tecnológica na relação entre o grau de intangibilidade e o desempenho econômico-financeiro na indústria brasileira. Para tanto, valeu-se da classificação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A amostra envolveu empresas brasileiras listadas na BM&FBovespa de 2011 a 2015. A técnica estatística contou com dados em painel com efeitos fixos e aleatórios conforme teste Hausman. No que concerne às variáveis, para traduzir a dimensão intangível das organizações o grau de intangibilidade foi utilizado como variável dependente, enquanto retorno sobre ativos (ROA), retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) e retorno, medidos pela diferença do preço das ações ao longo do ano, foram empregados como variáveis independentes representando o desempenho econômico-financeiro. Os resultados revelaram que não existe diferença significativa quanto à relação intangibilidade-desempenho entre setores com alta e média-alta intensidade tecnológica e baixa e média-baixa intensidade tecnológica. Ademais, observou-se que o grau de intangibilidade não exerceu influência significativa em indicadores, como ROA, ROE e retorno, para a amostra e o período investigados.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Guilherme Afrânio Machado, Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia (MG), Brasil

Graduado em Administração pela Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia

Luciana Carvalho, Programa de Pós-Graduação em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia (MG), Brasil

Professora do Programa de Pós-Graduação em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia

Fernanda Maciel Peixoto, Programa de Pós-Graduação em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia (MG), Brasil

Professora do Programa de Pós-Graduação em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia

Downloads

Publicado

29-08-2017