FATORES EXPLICATIVOS DAS POLÍTICAS CONTÁBEIS DE PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO E HEDGE ACCOUNTING DE EMPRESAS LISTADAS NA BM&FBOVESPA

Autores

  • Cleston Alexandre dos Santos Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campus de Três Lagoas (CPTL) / Universidade Regional de Blumenau (FURB)
  • Ricardo Floriani Universidade Regional de Blumenau (FURB)
  • Roberto Carlos Klann Universidade Regional de Blumenau (FURB)

DOI:

https://doi.org/10.13037/gr.vol34n102.4340

Resumo

O estudo das políticas contábeis tem como referência o trabalho de Watts e Zimmerman (1979) e a principal finalidade da teoria positiva da contabilidade é prover explicações para as políticas contábeis adotadas pelas empresas (WATTS, 1992; CABELLO, 2012). O presente artigo tem por objetivo evidenciar os fatores explicativos das políticas contábeis de propriedade para investimento e hedge accounting utilizadas por empresas listadas na BM&F BOVESPA. Embora não se tenha encontrado suporte para os fatores explicativos das políticas de propriedade para investimento, evidencia-se que as políticas de hedge accounting encontram explicação nos fatores explicativos analisados. O estudo se justifica na busca dos determinantes das escolhas de políticas contábeis utilizadas por empresas brasileiras de capital aberto e na provisão de explicações específicas para os padrões encontrados. Metodologicamente, o estudo caracteriza-se como descritivo, realizado por meio de análise documental e abordagem quantitativa no período de 2010 à 2016. Para responder à questão de pesquisa foi utilizada a técnica estatística de regressão logística. Nos resultados encontrados, verificou-se que a política contábil Propriedade para Investimento não se apresentou relacionada com as variáveis analisadas. Em relação à política contábil Hedge Accounting, verificou-se que as variáveis: tamanho da empresa e auditadas por big four podem ser considerados como fatores determinantes para a sua utilização nas empresas da BM&F Bovespa que compõem a amostra da pesquisa.

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Biografia do Autor

Cleston Alexandre dos Santos, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campus de Três Lagoas (CPTL) / Universidade Regional de Blumenau (FURB)

Professor do Curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campus de Três Lagoas (CPTL).

Doutorando em Ciências Contábeis e Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Mestre em Contabilidade pelo Programa de Pós-Graduação em Contabilidade (PPGCONT) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Ricardo Floriani, Universidade Regional de Blumenau (FURB)

Doutorando em Ciências Contábeis e Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Mestre em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGAD) da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Roberto Carlos Klann, Universidade Regional de Blumenau (FURB)

Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Doutor em Ciências Contábeis e Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

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Publicado

19-12-2018