CARTEIRAS FORMADAS POR MEIO DE VARIÁVEIS FUNDAMENTALISTAS APRESENTAM BOM DESEMPENHO DE MERCADO?

Francisco Roberto Farias Guimarães Júnior, Charles Ulises de Montreuil Carmona, Luciana Gondim de Almeida Guimarães

Resumo


O objetivo desta pesquisa foi verificar se carteiras formadas por meio de variáveis fundamentalistas apresentam um bom desempenho de mercado à luz do Índice de Sharpe Generalizado. Como método de análise, coletaram-se dados das bolsas de valores da Argentina, Brasil, Chile e México. As carteiras foram formadas por meio da hierarquização dos ativos através das notas obtidas em um modelo de ponderação de fatores, cujos fatores foram as variáveis: Q de Tobin, Beta, Alavancagem Financeira, Preço/Lucro, Preço/Vendas. Nos resultados, constataram-se que as carteiras formadas por meio das variáveis fundamentalistas apresentaram um bom desempenho em 28,72% das ocorrências, quando comparadas às proxies de mercado. Para estudos futuros, sugere-se: utilizar modelos lineares generalizados ao invés da regressão múltipla no cálculo dos pesos dos fatores; utilizar outras variáveis fundamentalistas; ou ainda, verificar se carteiras formadas por meio de variáveis fundamentalistas apresentam um desempenho melhor que o das carteiras formadas pelo modelo de Markowitz.

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DOI: https://doi.org/10.13037/gr.vol31n91.2610

 

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