DIÁLOGO: EDUCAÇÃO COMO CAMPO DE POSSIBILIDADE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.13037/rea-e.vol10.9992

Palavras-chave:

diálogo; representações sociais; educação; construção do saber; subjetividade.

Resumo

Este estudo investiga as limitações do diálogo no contexto escolar, em que a interação genuína e o reconhecimento da subjetividade do aluno são frequentemente obstruídos. Em um ambiente saturado de vozes, a prática pedagógica muitas vezes não favorece a escuta e a expressão do desejo, tornando difícil a construção mútua de significados. A partir da teoria da dialogicidade de Ivana Marková (2016), busca-se apreender como o professor pode reconfigurar sua prática, criando um espaço onde o aluno seja reconhecido como sujeito de sua experiência. Ao suscitar uma interação que rompe com a rigidez da transmissão tradicional de conteúdos, propõe-se uma dinâmica educacional que favorece a emergência do saber e a reflexão crítica, possibilitando a constituição de sujeitos capazes de questionar e refletir sobre suas próprias experiências e processos de aprendizagem.

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Biografia do Autor

  • Graziela Dutra Kantorski, Universidade Federal da Bahia - UFBA

    Doutoranda em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia. 

  • Maria de Lourdes Soares Ornellas, Universidade do Estado da Bahia - UNEB

    Doutorado e mestrado em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Graduação em Pedagogia e Psicologia com Licenciatura e Bacharelado pela Universidade do Estado da Bahia. Psicanalista. Professora títular da Universidade do Estado da Bahia.

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Publicado

2025-12-29

Edição

Seção

DOSSIÊ REPRESENTAÇÕES SOCIAIS E EDUCAÇÃO

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