REMUNERAÇÃO DOS EXECUTIVOS VERSUS ESTRUTURA DE CAPITAL

Iago França Lopes, Itzhak David Simão Kaveski, Ilse Maria Beuren, Viviane Theiss

Resumo


Este estudo objetiva verificar a relação entre a remuneração dos executivos e o endividamento das empresas listadas na BM&FBovespa. Como parâmetros de endividamento utilizaram-se valores contábeis (Endividamento Total a Valor Contábil e o Endividamento de Curto Prazo a Valor Contábil) e de mercado (Endividamento Total a Valor de Mercado, Endividamento Financeiro Oneroso de Curto Prazo e Endividamento Financeiro Oneroso de Longo Prazo). Os resultados evidenciam relação negativa significante entre endividamento de curto prazo a valor contábil e remuneração dos executivos, indicando que quanto maior o endividamento menor é a remuneração. A relação positiva significante das variáveis de endividamento de mercado com remuneração dos executivos sugere que um nível de endividamento mais elevado implica maior remuneração para compensar os custos do risco de falência suportado pelos executivos. Esses resultados reforçam os pressupostos da Teoria da Agência, de que a remuneração dos executivos é um mecanismo disciplinador do seu comportamento.

Texto completo:

Sem título PDF


DOI: https://doi.org/10.13037/gr.vol35n106.5342

 

Indexadores de que a G&R faz parte:


   DOAJ OAIster OCLC Ulrich LiVre Redalyc  SUMARIOS.org LatindexProquest

 

A G&R utiliza o                software  iThenticate para detecção e  prevenção de plágio 
 

    
 
 
 
A G&R é signatária da Declaração        de São Francisco sobre Avaliação        de Pesquisa- Dora