Relações familiares de mulheres em hemodiálise

Autores

  • Vanessa Athaydes Oliveira Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil
  • Eda Schwartz Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil
  • Marilu Correa Soares Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil
  • Bianca Pozza dos Santos Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil
  • Raquel Pötter Garcia Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil
  • Fernanda Lise Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil

DOI:

https://doi.org/10.13037/ras.vol14n47.3283

Palavras-chave:

Insuficiência Renal Crônica, Mulheres, Família, Enfermagem

Resumo

Introdução: A notícia de uma doença que torna a pessoa dependente de uma máquina, como é o caso dahemodiálise, pode gerar angústias e medo do desconhecido. A pessoa com a doença renal crônica depende decuidados e a família caracteriza-se como elemento fundamental no processo de atendimento às necessidadesdo doente; entretanto, as emoções presentes nas relações familiares podem ser consideradas negativas oupositivas, uma vez que a complexidade de cada família configura as diferenças e as congruências de cadapessoa. Objetivo: Conhecer as relações familiares de mulheres em hemodiálise no contexto da doençarenal crônica. Materiais e métodos: Estudo qualitativo, exploratório e descritivo, realizado em 2012 emum serviço de nefrologia. Participaram seis mulheres em tratamento hemodialítico, que responderama questões abertas e fechadas e tiveram seus genogramas de família elaborados por um instrumento.Para a análise, foi realizada leitura exaustiva dos dados, codificações e agregações aos núcleos temáticos.Resultados: Os núcleos temáticos envolveram as relações familiares negativas e positivas vivenciadaspelas mulheres em hemodiálise. Nas relações familiares negativas, apareceram as dificuldades da famíliaem prestar atenção, fornecer apoio e compreender as demandas de cuidados geradas pelo tratamentohemodialítico, havendo conflitos e abandono em alguns casos. Nas relações familiares positivas, houve oamparo, a compreensão e o cuidado de acordo com as necessidades encontradas. Conclusões: As relaçõesfamiliares negativas ou positivas das mulheres com doença renal em hemodiálise podem estar vinculadasàs relações interpessoais já existentes. Assim, conhecer as relações familiares das mulheres em hemodiálisepode promover adequada intervenção nos aspectos da vida familiar.

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Biografia do Autor

Vanessa Athaydes Oliveira, Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil

Enfermeira

Eda Schwartz, Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil

Doutora em Enfermagem

Marilu Correa Soares, Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil

Doutora em Enfermagem

Bianca Pozza dos Santos, Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil

Enfermeira, Mestre em Ciências

Raquel Pötter Garcia, Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil

Enfermeira, Mestre em Enfermagem

Fernanda Lise, Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas – Pelotas (RS), Brasil

Enfermeira

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Publicado

2016-02-16

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS

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