PERFIL EVOLUTIVO DO CONDICIONAMENTO AERÓBIO E DA FORÇA EM POLICIAIS MILITARES

Dihogo Gama de Matos, Rosimar da Silva Salgueiro, Mauro Lúcio Mazini Filho, Bernardo Minelli Rodrigues, Felipe José Aidar, Jorge Roberto Perrout de Lima

Resumo


O teste de aptidão física é aplicado anualmente em policiais militares, por intermédio dos testes de Cooper, flexão abdominal e trações na barra. Atribui-se como classificação: excepcional, muito bom, bom, regular e insuficiente. Devem ser considerados aptos àqueles que obtiverem, no mínimo, um resultado regular e os inaptos deverão ser encaminhados ao recondicionamento físico. Com isso o objetivo do estudo foi fazer um estudo diagnóstico da aplicação do TAF em oficiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, observando a manutenção de força e condicionamento aeróbio. O estudo consistiu na aplicação do TAF e na análise comparada deste com os últimos TAFs realizados em uma amostragem de trinta e um policiais, designados aleatoriamente na faixa-etária de 30 a 39 anos. Estipulou para cada variável a média estatística anual do desempenho entre os participantes da amostra obtendo para a variável teste abdominal: 2007 = 38,30; 2008 = 41,72; 2009 = 39,23; 2010 = 39,7. Para o teste de Cooper as médias: 2007 = 2171,15; 2008 = 2423; 2009 = 2430; 2010 = 2643, 33 e para o teste de tração na barra as médias: 2007 = 8,75; 2008 = 5,88; 2009 = 5,43; 2010 = 5,4. De acordo com as médias obtidas, foi encontrada como pontuação: abdominal- entre 90 a 100, Cooper 60 a 70 e tração 50 a 60 pontos, sendo classificado o desempenho como regular bom. Concluiu-se que a corporação apresenta níveis desejáveis de força e condicionamento aeróbio, visto que os valores encontrados superam o mínimo exigido em conformidade com a normatização da aplicação do TAF.

Palavras-chave


Policiais Militares, Desempenho, Força, Condicionamento Aeróbio

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DOI: https://doi.org/10.13037/rbcs.vol8n25.1028

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