IMPLICAÇÕES NO CUIDADO DE ENFERMAGEM À CRIANÇA COM CÂNCER HOSPITALIZADA

Autores

  • Kálya Yasmine Nunes de Lima Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Viviane Euzébia Pereira Santos Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Francis Solange Vieira Tourinho Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

DOI:

https://doi.org/10.13037/rbcs.vol12n42.2390

Palavras-chave:

Enfermagem, Enfermagem Oncológica, Criança Hospitalizada.

Resumo

Introdução: Cuidar de crianças com câncer em unidades oncológicas demanda dos profissionais conhecimento técnico-científico, disponibilidade, flexibilidade, reconhecimento de limites, posturas éticas e capacidade de interação com a criança e sua família. Objetivo: Analisar os aspectos contextuais do cuidado de enfermagem à criança hospitalizada para tratamento do câncer. Métodos: Revisão integrativa realizada nas bases de dados Scopus, National Library of Medicine National Institutes of Health (PubMed), Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). A amostra final resultou em 22 artigos. Para apreciação dos dados, empregou-se a análise de contexto proposta por Hinds, Chaves e Cypress. Resultados: No contexto imediato, abordou-se como ocorre o cuidado de enfermagem por meio da categoria “Interação profissional-paciente-família no processo de cuidar”. Para o contexto específico, elencou-se a categoria “Dificuldades que comprometem o cuidado de enfermagem”. O contexto geral foi destacado pela categoria “Estigmas da doença” e, por fim, o metacontexto trouxe uma perspectiva global sobre atenção oncológica por meio da categoria “O cuidado orientado pelas políticas de saúde”. Conclusão: O estudo trouxe uma reflexão sobre os fatores que influenciam no cuidado de enfermagem à criança com câncer hospitalizada a partir de uma análise dos contextos que permeiam a sua prática. O cuidado à criança segue ainda uma perspectiva mecanicista, fragmentada e biologicista, a qual é influenciada pela falta de preparo do profissional para lidar com a situação, a própria normatização da instituição e as crenças negativas acerca da doença oncológica.

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Biografia do Autor

Kálya Yasmine Nunes de Lima, Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal/RN, Brasil.

Viviane Euzébia Pereira Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunto do Departamento de Enfermagem e Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Vice Líder do Grupo de Pesquisa Laboratório de Investigação do Cuidado, Segurança e Tecnologias em Saúde e Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal/RN, Brasil.

Francis Solange Vieira Tourinho, Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Enfermeira. Doutora em Saúde da Criança e do Adolescente. Professora Adjunto do Departamento de Enfermagem e Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Líder do Grupo de Pesquisa Laboratório de Investigação do Cuidado, Segurança e Tecnologias em Saúde e Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal/RN, Brasil.

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Publicado

16-12-2014

Edição

Seção

ARTIGOS DE REVISÃO

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