RECÉM-NASCIDOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL: A IMPORTÂNCIA DA REANIMAÇÃO NA SALA DE PARTO NEWBORNS IN NEONATAL INTENSIVE CARE UNIT: THE IMPORTANCE OF RESUSCITATION IN THE DELIVERY ROOM

Autores

  • Adriana Cecilio Filizola Universidade de Santo Amaro - Unisa; Universidade Federal de São Paulo - Unifesp
  • Yara Juliano Universidade Federal de São Paulo - Unifesp; Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro - Unisa
  • Jane de Eston Armond Universidade de São Paulo - USP; Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro - Unisa
  • José Ricardo Bertagnon Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro - Unisa; Universidade de São Paulo - USP

DOI:

https://doi.org/10.13037/rbcs.vol7n22.522

Palavras-chave:

recém-nascido, reanimação, óbito neonatal.

Resumo

Fizeram parte deste estudo 182 pacientes recém-nascidos de ambos os sexos, internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Irmandade Santa Casa Misericórdia de Araras, que necessitaram ou não de manobras de reanimação em sala de parto. Foram avaliadas as variáveis sexo, peso ao nascer, nota do boletim de Apgar no primeiro e no quinto minuto, idade materna, tipo de parto e óbito neonatal. Os resultados obtidos foram dispostos em forma de tabela, sempre comparando-se o grupo de reanimados com o de não reanimados. Para análise estatística, foram aplicados testes paramétricos e não paramétricos, onde se fixou o nível de rejeição da hipótese de nulidade em 0,05. Conclui-se que os recém-nascidos dessa amostra com peso inferior a 1.500g, nascidos de parto a fórcipe, com mães na faixa etária entre 14-19 anos, têm maior tendência a apresentar um índice de Apgar baixo, o que proporciona, muitas vezes, a necessidade de manobras de reanimação em sala de parto.

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